quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Pois...













...tinha pensado em dissertar sobre os malmequeres, quiçá sobre as papoilas, também, mas não me apetece.

Aproveito somente para dizer que, apesar da convivência, quase promiscuidade, que há entre malmequeres e papoilas, ainda ninguém viu nada que não se possa ver!

Fica só um ditado, bem antigo, mas verdadeiro:

A cara da moçoila, quere-se da cor da papoila!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

The Day After

sábado, 8 de novembro de 2008

comento elevado a poste


Decididamente................


aqui não se aprende nada. Bom fim-de-semana, coirões.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Até a barraca abana!


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

História fez-se ontem em Alvalade...

... e pronto, está bem, nos Estados Unidos também, mas só pelo simples facto de ter sido eleito o 1ª negro, e ter sido esse mesmo a suceder ao maior troglodita da história naquele País.

Oh... FUCK!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

pontapé nos colhões com jaculação verde... ou não, conforme a combinação dos liquidos despejados

A catarse, mediante uma série de casos que suscitam o emborcar a mixórdia que é o bagaço diluído em cerveja, ou pisamg ambom com absinto, tem por efeito, quer dizer, alivia e purifica a alma!!! Por conseguinte, O “Sai já uma rodada de pontapés na cona..." é prazer, é desafogo, é alivio, é libertação daquela compaixão que, retida antes e como congelada entre as sombras de um par de tomates tomados pelo destino, irrompe naquele momento e exulta frente ao irreparável.

Na realidade, a cultura do “pontapé na cona”, com a qual se identificam catarses poéticas e musicais de muitos lisboetas e arredores, poderá ser aqui apresentada como uma operação orgiástica, mediante a qual as porcalhonas e os porcalhões encontraram desafogo para as suas paixões (a orizicultura “doce”) e, em consequência disso, andava tudo bêbado, aliviado e alegre. trá, lá, lá, uma cona, tri, la, duas conas...

Frágil, mesmo ali em frente, sitio onde a concentração da atenção na palavra “supositório”, levou a que muito boa gente hoje em dia se exprima paradoxalmente em relação ao conceito de prazer próprio. Daí a saudável debandada dos “gajos que são sempre a mesma merda” para o campo. Trá, lá, lá, ri, la, três conas...

Violoncelo V

And last, but not least... Pau Casals.
Aqui o som é melhor mas, por alguma razão, 'A incorporação foi desativada mediante solicitação'.

Violoncelo IV

(Tá quase!)

Violoncelo III

Violoncelo II

Ahhhhh, freak out!

Violoncelo I

Para o AdaS
(Cáspite, que afinal era o Bolero de Ravel!)