domingo, 21 de novembro de 2010

Cover Fsquinho (com lírica)

Big wheels keep on turning
Carry me home to see my kin
Singing songs about the Southland
I miss Alabamy once again
And I think its a sin, yes

Well I heard mister Young sing about her
Well, I heard ole Neil put her down
Well, I hope Neil Young will remember
A Southern man don't need him around anyhow

Sweet home Alabama
Where the skies are so blue
Sweet Home Alabama
Lord, I'm coming home to you

In Birmingham they love the governor
Now we all did what we could do
Now Watergate does not bother me
Does your conscience bother you?
Tell the truth

Sweet home Alabama
Where the skies are so blue
Sweet Home Alabama
Lord, I'm coming home to you
Here I come Alabama

Now Muscle Shoals has got the Swampers
And they've been known to pick a song or two
Lord they get me off so much
They pick me up when I'm feeling blue
Now how about you?

Sweet home Alabama
Where the skies are so blue
Sweet Home Alabama
Lord, I'm coming home to you

Sweet home Alabama
Oh sweet home baby
Where the skies are so blue
And the governor's true
Sweet Home Alabama
Lordy
Lord, I'm coming home to you
Yea, yea Montgomery's got the answer



A una isla del Caribe
he tenido que emigrar
y trabajar de camarero
lejos de mi hogar.
Me invade la morriña
el dolor de Breogán;
cuando suena la muiñeira
el llanto empieza a brotar.

Miña terra galega
donde el cielo es siempre gris
Miña terra galega
es duro estar lejos de tí.

Donde se quejan los pinos
y se escuchan alalás
donde la lluvia es arte
y Dios se echó a descansar.

Las zanfoñás de Ortigueira
los kafkianos de Jaján
LA LIGA ARMADA GALEGA
y el pazo de Meirás.

Miña terra galega
donde el cielo es siempre gris
Miña terra galega
es duro estar lejos de ti.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A TRAGÉDIA DE ASSENTO DA SANITA - ANTÍGONA - I ACTO


Antígona – Que sabes tu, Ismene, minha irmã querida, de alguma notícia triste ou alegre, da casa de Édipo, desde que tão nefastos acontecimentos se abateram sobre Tebas?
Ismene- De nada sei, irmã minha; apenas sei que Etéocles e Polinices morreram em vão, lutando pelo trono da cidade e que isso aproveita a Creonte, nosso parente por nossa mãe Jocasta. Choro por saber insepulto nosso irmão Polínice.
Antígona – Na calada da noite, hoje vou enterrá-lo, pois de outra forma sem rituais fúnebres, vagueará para sempre o nosso irmão nas margens do Estige, não podendo cruzá-lo nunca com Caronte até ao Hades, onde descansará por fim.
Ismene – Enterremos pois, o cadáver de nosso irmão. Com cuidado, há que iludir os guardas.Sabes que pesa a pena de morte sobre aquele que der sepultura a Polínices?
Antígona – Enterrá-lo-ei com as minhas próprias mãos se for preciso.
Coro – Ah pobre Antígona, que sofres por teu irmão morto.

Na calada da noite, Antígona aproxima-se do corpo semi-putrefacto do irmão segurando uma picareta, por detrás do guarda. Ismene segue mais atrás, à distância, embriagada e largando um rasto aos esses de urina e fezes e rindo-se alto.

Antígona- Calai-vos, Ismene. Que nos ouve o guarda. Por Zeus!...
Ismene – Eu quero que o guarda se foda.

Ântigona abandona a picareta e começa a abrir a cova com as próprias mãos. O guarda estupefacto, queda-se imóvel por momentos e depois agarra-a. Ismene, entretanto, vomita vinho tinto e feijões dentro da cova e por cima do irmão.

Ismene- Ai que estou tão mal-disposta. Preciso de apanhar ar…

Guarda – Ah mulher imprudente! Sabes que te condenas à pena de morte, pois assim o decretou Creonte, teu tio.
Antígona – Esse paneleiro não é meu tio.
Guarda – Mas, se me encheres o pau de açorda eu deixo-te ir.

Ismene sem proferir palavra começa a mamar no pireto do guarda.

Ântigona rouba uma tíbia ainda com carne agarrada ao cadáver de seu irmão e começa a zurzir os entrefolhos, enquanto bocados de pele esverdeados e com bolhas de líquido se lhe colam às bordas da cona. Ismene e o guarda rebolam por cima do féretro atingindo Antígona com uma cabeçada na tíbia, que se lhe introduz pelo útero acima, provocando o aborto da criança de seis meses que gestava, filha de seu irmão Polínices.

Antígona – Ai Jesus! Que se me aborta a criança!
Ismene – Atira-o aí para a cova e vem mas é mamar aqui no Anfiarau que tem uns colhões felpudos que parecem alcatifa.

Antígona puxa o feto da cona e atira-o para a cova com um sonoro ‘ploch’.

Antígona – Pronto. Já está. E a placenta? Que achas que lhe faça? Como-a, como as cabras?
Ismene – Esfrega aqui no pau do Anfiarau para escorregar melhor, que me está a arreganhar a tripa do cu um bocado.

Coro – Ah estultas irmãs que cederam aos instintos veneais e em vão se goram os elevados intentos de sepultar seu irmão Polínices.

Antígona – Oh coro; coirões do caralho…vão comer merda às colheres, ok?

O pano cai com os esguichos de sémen de Anfiarau a saírem da cova e as duas irmãs a limparem as coxas com um lenço de assoar por se terem borrado pernas abaixo, devido a um inconfesso problema congénito familiar de incontinência fecal

FIM do PRIMEIRO ACTO

Musica Vaginal

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Rare as the Yeti

Depois dos Gun Club, Cramps e Bad Seeds, convosco, e a sooolooooo:

Kiiiid Coooooongo Poooweeeeeeers (and the Pink Monkey Birds)!!!!


terça-feira, 16 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tentar entender a religião




sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Taxa Municipal de Ocupação do Subsolo

Exmos Srs. Presidentes das empresas nacionais do sector do gás natural,
Exmos Srs. Presidentes das Câmaras Municipais de Norte a Sul do país,
Exmos Srs Presidentes das Mesas das Assembleias Municipais de Norte a Sul do país,
Exmos Srs. Legisladores responsáveis pela legislação em vigor,
Exmos Srs que aprovaram a Resolução do Conselho de Ministros nº 98/2008 de 8 de Abril
Exmo. Sr. Presidente da ERSE, regulador sectorial do gás natural:



Atendendo ao teor da carta em anexo,



...E SE FOSSEM GAMAR O PRÓXIMO PARA O CARALHO MAIS VELHO????

CAMBADA DE GATUNOS, MALHANDROS, LADRÕES E CHUPISTAS!!!!!


ÀS BARRICAAAADAAAAAAAS!!!!!!



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Quando a Vareta ainda era Funda

A LENDA DE SÃO MARTINHO explicada às crianças por Vareta Funda





Martinho, antes de ser Santo, era um soldado romano. Romano é uma maneira de dizer - era um soldado do Império Romano, já que niguém sabe ao certo onde ele nasceu. Este facto, do local de nascimento desconhecido, não só é uma prova de que o dito Império não investia o necessário na administração pública, como lança alguma luz sobre a natureza da actividade profissional da mãe de Martinho... Eu não quero chamar nada à senhora, mas não deixa de ser estranho que nunca tenha aparecido ninguém a dizer com orgulho: "Sou eu o pai daquele santinho!".

Como soldado que era, usava saias. Como Santo que foi, deve ter levado uma vida casta e pelo menos não há registo de matrimónio. Tudo somado, podemos concluir com segurança que o moço pegava de empurrão.

Martinho era legionário mas nunca apareceu nos livros do Asterix. Daí, e da fama que lhe ficou apensa, sou levado a concluir, após intensa pesquisa, que o mariola preferia a costura às actividades bélicas. Aliás, no Livro de Curso da Legião a que pertencia, os colegas de Martinho não lhe regatearam elogios: "Faz milagres com lantejoulas!", "Ninguém tem tão bom gosto nas penas que escolhe para o elmo!", "Fez-me uma saia cintada que punha os Centuriões a salivar.", "Memorável a sua imitação de Messalina!", "Um verdadeiro mago da depilação com cera fria." - enfim, grandes fanchonos, estes Romanos.

A dada altura, o paneleirote Martinho foi até à Roménia, numa viagem destinada a recolher tendências para a estação Primavera-Verão que se avizinhava. Enquanto passeava com o seu livro de esboços, o jovem futuro Santo cruzou-se com um nativo da Roménia, já idoso, o qual, em pleno Outono, apenas usava um pano branco cobrindo as vergonhas. O diálogo que se seguiu, e que esteve na base da canonização, ficou célebre e é um tributo aos valores mais altos da Humanidade transcrevê-lo aqui:

Martinho: - Olá, velhinho!
Velhinho: - Se o cavalo me pisa, estás fodido!
M: - Olá, velhinho
V: - Já te disse, se o cavalo me pisa, estás fodido a valer!
M: - Caralho do velho que não me responde!

Foi nesta altura que Deus ligou a tradução simultânea.

Martinho: - Olá, velhinho!
Velhinho: - Vai chamar velhinho ao caralho que t'a foda!
M: - Não é preciso responderes assim, venerando ancião!
V: - Se me veneras bem te podes ajoelhar e abrir a boquinha...
M: - Estamos chocarreiros apesar da idade, hein?
V: - Caralhos m'a fodam! Eu aqui em introspecção e logo me aparece este rabeta de saias...
M: - Adoro a maneira como usas o pano! É minimalista! É puro! É de um respeito pelos materiais...
V: - Ai a puta da minha vida...
M: - Velhinho, proponho-te o seguin...
V: - FODA-SE! Vai chamar velho ao cabrão do teu pai!
M: - Qual é a tua graça, então?
V: - Segue o teu caminho, cavaleiro... Não te esqueças que estás na Roménia e isto é terra de ciganos e eu posso estar a esconder muita coisa debaixo desta fralda de pano branco...
M: - Na tua idade?! Promessas!...
V: - Mas o que é que tu queres, ó fanchono?
M: - O meu nome é Martinho, sou designer de moda e ando a recolher tendências...
V: - E o meu nome é Magusto e tenho um caralho forte e robusto!
M: - Senhor Magusto, como eu ía...
V: - És mesmo tanso, tu, não és? Acreditas em tudo...
M: - Deixe-me falar, apre! Eu sou um legionário do Império Romano!
V: - Fala, fala para aí, florzinha.
M: - Bom. Como lhe disse, ando a recolher tendências e acho essa "fralda" super-fashion. Posso desenhá-la?
V: - Bem diz o outro que estes romanos são loucos...
M: - Então, Senhor Magusto? Em que é que ficamos?
V: - Mas tu estás a falar a sério?! Foda-se...
M: - Até lhe digo mais... Está a levantar-se uma aragem fresquinha e este vento da Transilvânia ainda lhe faz mal ao reumático...
V: - A Transilvânia é a Oeste e o vento está de Norte. Vê lá se te orientas, mariconço.
M: - Isso a mim não me interessa! Ofereço-te a minha capa de lã se me ofereceres a tua fralda.
V: - Deves pensar que isto é o final de um jogo de futebol em que toda a gente troca camisolas transpiradas... Eu sei lá por onde é que tu andaste com essa capa... Posso já não ser novo mas tenho saúde e tu tens um ar enfermiço.
M: - Velhinho, não me faças perder mais tempo! Ainda tenho muita tendência para recolher...
V: - Troco a fralda pela capa e pelo cavalo, mas corta a capa em duas para eu depois coser as metades e fazer uma veste...
M: - Pelo cavalo? E depois como é que saio daqui?
V: - É pegar ou largar...
M: - Pronto, seja.
V: - E pelo resto da tua roupa...
M: - O Senhor Magusto já está a abusar...
V: - Bom, parece-me que não fazemos negócio.
M: - Espere! Espere! Eu dou-lhe o resto da roupa.
V: - E a espada e o elmo e o escudo...
M: - Bem dizia a minha mãe que eu era uma doidivanas quando via coisas bonitas... Pronto! Fique com tudo! Essa fralda vale a pena.

E enquanto Martinho se ía despojando dos seus bens, o Padre António Rêgo passeava pela zona, meditando e escrevendo o guião de mais um 70x7. Nisto, viu aquele belíssimo quadro do soldado romano rasgando a sua capa e entregando-a a um velhinho trémulo de mãos estendidas. Sabendo que estava a presenciar um momento único de caridade cristã, o Padre António Rêgo fechou os olhos em oração. Rezou um terço, o Credo e uma Salva-Raínha. Quando os abriu, já o cavaleiro partia e no carregado céu outonal despontava agora um sol radioso à luz do qual um velhinho remoçado se comprazia. Pegando nos seus apontamentos, o Padre fez-se ao caminho e a todos reportou este lindo milagre.


#vareta alimentou o Porco às 6:42 PM (10 de Novembro de 2003)

linhagem


quarta-feira, 10 de novembro de 2010