segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

NO NATAL, LEMBREMOS O PAI NATAL



Era uma vez um velhinho amoroso, parquinsónico, que cheirava a urina e já tinha partido a bacia duas vezes. Gostava de sinceramente de crianças e costumava oferecer-lhes prendinhas. Chamava-se Pai Natal. ‘Pai’ do lado da mãe e ‘Natal’ do lado do pai. A mascar a placa esquelética, lá ia ele, inocente e bonacheirão, atrás de meninas de caracóis loiros, fazendo ‘tloc’, ‘tloc’ com a tripeça e chocalhando a urina na algália e apressando o passo o mais que conseguia. Era cromos, era barbies, era émepêtrês, era cuecas de maçapão com carinhas felizes, era drogas duras; tudo da sua magra pensão lhes comprava. Mas, as suas longas barbas brancas amarelecidas de porcaria e a puída roupa vermelha – e também por usar um grande saco ás costas – afugentavam as petizes. E o insalubre cheiro a bacalhau demolhado, esquecido no alguidar durante uma semana, também. Pai Natal chorava triste, pois as crianças de que sinceramente gostava, fugiam a sete pés mal o viam a menear as ancas à porta do centro comercial, no seu exercício de ginástica geriátrica matinal, dizendo: -andai cá pequeninos, que o tio Pai Natal tem aqui uma coisinha para os meninos. À medida que os anos foram passando e a demência senil ia fazendo das suas, Pai Natal só já oferecia coisas sem nexo aos petizes. Atentemos pois na lista de presentes que trazia no saco em 2007:
- dois safa-calos
- uma embalagem de pomito lencarte
- trezentos sabonetes Pati
- cinquenta quartas de cavalo cortadas com PCP
- meio-litro de lavanda Ach Brito
- placas dentárias recicladas dos amiguinhos que morreram nos últimos três anos.
- nove moedas de cêntimo
- maços e maços de talões de desconto do Minipreço de 2005
-uma peúga
- vinte cartuchos com músicas do António Mourão
- quatro bonecas vestidas de espanhola.

Com uma lágrima ao canto do olho, sofria por não ter o amor das crianças. Ia muitas vezes ao circo ter com um amigo palhaço, que enquanto fazia rir a bom rir a criançada, tinha o filho doente no hospital com uma terrível doença. Abraçados, choravam os dois muito, lavados em lágrimas.Um dia, acercou-se dele uma senhora muito bondosa; apiedou-se de Pai Natal enquanto ele soluçava com a cabeça entre os braços no vão de uma escada. Tinha fome, pois gastara toda a pensão em prendas, que as ingratas crianças não quiseram e não lhe sobrara um tostão para comer. A senhora foi-lhe buscar uma sopinha enquanto um cãozinho vadio se veio aconchegar nele com olhos meigos. Pai Natal levantou a cabeça e apenas viu escuridão: - estava cego. Chorou amargas lágrimas e a senhora, de coração cortado, chorou com ele. O cão uivava. Nisto, uma criança aproximou-se, pegou-lha na mão e disse: - ‘não choraindes, Pai Natal, olha à tua volta e vê quão belo é o Mundo. Não vale a pena a tristeza, arrebita, Pai Natal’. –‘Mas eu estou cego, não consigo ver nada!’. A criança tomou-lhe novamente as mãos e levou-o até o Rio Piedra, sentaram e choraram muito os dois e Pai Natal adoptou a criança e o cão.

FIM

7 comentários:

Natal disse...

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Tu e Deus

* A Carta de Amor do Pai
* Deus Mudou as Suas Vidas
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* A Carta de Vida do Filho
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Deus
* Simples como uma oração

Existem leis espirituais que regem a nossa relação com Deus.
1. Deus ama-nos e criou-nos para o conhecermos pessoalmente
Deus ama-nos e criou-nos para o conhecermos pessoalmente Deus ama-nos
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigénito para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna." João 3.16

Deus Deseja que o conheçamos
Jesus orou ao Pai: "Ora, a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." João 17:3

Ele nos oferece nova vida e vida com abundância
"Assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é. " II Coríntios 5.17

Jesus disse: "Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância" (João 10.10)


Porque é que tantas pessoas não conhecem ainda esta vida em abundância, e esta relação com Deus?
2. O homem não pode ter esta relação com Deus por causa da sua própria atitude
O homem não pode ter esta relação com Deus por causa da sua própria atitude O homem foi criado para ter uma relação íntima com o seu criador, mas por sua livre vontade escolheu seguir o seu próprio caminho, e a comunhão com Deus foi quebrada. A vontade própria do homem, que o leva a uma atitude de rebelião activa ou indiferença passiva para com Deus, é uma evidência daquilo que a Bíblia chama de pecado.

A Biblia é clara sobre o que é o pecado (veja Romanos 1.18-21 e Isaías 53.5-6).

Quem pecou?
"Todos pecaram e perderam o direito de acesso à glória de Deus." (Romanos 3.23)

Qual é a consequência do pecado?
"Porque o salário do pecado é a morte" (Romanos 6.23)

"Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus." Isaías 59:2

dieu et vousDeus é santo e o homem pecador

O pecado do homem criou um abismo entre ele e Deus. O homem desviou-se de Deus e tenta encontrar segurança e a satisfação das suas necessidades através do dinheiro, boas amizades, boa moral ou práticas religiosas. No entanto, todas estas tentativas são em vão, pois não resolvem o problema fundamental do homem: o seu pecado.

O terceiro ponto dá-nos a única solução para este problema…
3. Jesus Cristo é a resposta de Deus para o pecado do homem
Jesus Cristo é a resposta de Deus para o pecado do homem Ele foi morto em nosso lugar:
"Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." Romanos 5.8

Ele ressuscitou dos mortos! Ele está vivo hoje:
"Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas." Actos 2.32

É por isso que Jesus pode dizer:
"Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14.6

dieu et vous
Por causa dos nossos pecados nós estamos condenados à morte. Mas Deus enviou o seu filho Jesus Cristo para morrer na cruz em nosso lugar. Ele venceu o abismo que nos separava de Deus. Ele foi condenado em nosso lugar. É por isso que agora podemos receber o perdão de Deus e viver uma vida abundante numa relação pessoal com Ele.

Mas não é suficiente conhecer estas verdades, nem apenas crer nelas intelectualmente…
4. Conhecer Deus de uma maneira pessoal, é entregar a sua vida a Jesus Cristo
Conhecer Deus de uma maneira pessoal, é entregar a sua vida a Jesus Cristo Compreender que estamos condenados por causa da nossa rebelião ou indiferença para com Deus.

Crer que Jesus Cristo pagou toda a dívida dos nossos pecados, morrendo na cruz, e agradecer-lhe pelo seu perdão.

Desejar amá-lo e obedecer-lhe, abandonando os nossos pecados para viver uma relação pessoal com Ele. Este decisão faz de nós filhos de Deus.

"Mas todos os que o receberam (Jesus Cristo), àqueles que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1.12)

Ele disse: "Eis que estou à porta, e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Apocalipse 3.20

Estes dois círculos ilustram dois tipos de vida:
dieu et vous1. Uma vida sem Jesus Cristo

O "Eu" está no centro da vida
Cristo está fora da vida
Esta pessoa não entregou a sua vida a Jesus Cristo. Os seus pecados não foram perdoados. A sua vida está sempre em desordem, sem objectivo, pois é dirigida pelo seu "Eu" limitado. (Efésios 2:12).
dieu et vous

2. Uma vida entregue a Jesus Cristo

O "Eu" sujeita-se a Jesus Cristo.
Cristo está no centro da vida
Esta pessoa entregou a sua vida a Jesus Cristo. Os seus pecados foram perdoados e ela experimenta o amor de Deus na sua vida todos os dias. (Romanos 5:1)
Quem está no centro da sua vida?

Gostaria de entregar a sua vida a Jesus Cristo para ter uma relação pessoal com ele?
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Assento da Sanita disse...

Deus ama os tomates. Porque é que há crianças que morrem de cancro?

Só há 4 hipóteses:
1. é sádico, sendo omnipotente, podendo curar, não faz nada
2. Não é omnipotente e não pode fazer nada.
3. Está-se nas tintas.
4. Não é omnisciente. Não dá por isso.

Anónimo disse...

da-se adas,
o detalhe do vestidito das bonecas doe

eran barbis? o chochonas?

VD disse...

Bom Natal, miudagem!

Bock disse...

Ganda posta, AdaS, caralho, pá.

E o Pai Natal, tal como Deus, existem, é claro que existem, e amar, epá, eles até amam, mas não curam as crianças com cancro, tal como não curam a mentira crónica nos políticos e noutros seres rastejantes, nem o mau gosto na indumentária nos sindicalistas, a dicção da Odete Santos ou o esgar de fascistóide amaricado de jornalista na reforma do Paulo Portas ou ainda a pobre qualidade da programação televisiva pela simples razão que não podem.

É o carma deles, caralho!

E contra o carma, chamaeleon!

dum dum disse...

Também acho uma prova irrefutável da existência de Deus o facto de não haver em Portugal nenhum político que acumule a dicção da Odete Santos com o esgar de fascistóide amaricado do Paulo Portas.

elias, o agrimensor disse...

Políticos não haverá. Mas há uns sindicalistas que se esmeram.